terça-feira, 21 de abril de 2020
A ponte da Giganta
Ó ponte sem parapeito,
banquinho duma giganta,
a água correndo escassa
e a sede das ervas tanta!
Quem para a outra margem passa
acena-te à despedida:
"Adeus ó arcos de pedra
mais tortos que a minha vida!"
Segue viagem ligeiro,
sozinho, de flor ao peito:
o mundo é largo e o caminho
faz-se melhor a direito.
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