sábado, 5 de agosto de 2023

Luar com pequenos animais

 

Violeta Figueiredo 

acrílico 20x20

segunda-feira, 5 de julho de 2021

PRIMEIRO AMOR


 Violeta Figueiredo

"Primeiro amor". 

 Pintado a acrílico na parede da cozinha. 74x70

quinta-feira, 17 de junho de 2021

Nadinha (La boule à voyager)

Eis o Rien de Rien (Nada de Nadinha) a voar, equilibrado sobre a sua bola inventada. Pintei-o em 2019 na parede da minha cozinha. Usei-o como ilustração anteontem, 15 Junho 2021. 

https://poemes-violeta.blogspot.com/index.html#8302113622206688392

terça-feira, 15 de junho de 2021

O rato a nadar com uma bóia que é a metade da rolha da garrafa do rei da Prússia!


 

 

 


 

 




Figueira da Foz, 2011  (Acrílico75x60)





Desenho inked, feito a partir do quadro acima, para ilustrar o poema O rato.

Junho 2021

quarta-feira, 26 de maio de 2021

Le singe de Larache

Ilustração do poema Le singe de Larache. O macaco foi desenhado com "tinta de computador", sobre fotografia de terraço arranjada na net.


segunda-feira, 24 de maio de 2021


                                                      

L'OISEAU TOULOUBLIH 

Voici l’oiseau Touloublih :
debout sur une seule patte, 
jamais ses poux il ne gratte. 
Mange-t-il ? Peut-être pas. 
Les graines dans la mangeoire
et l’eau dans la noire jatte 
brillent, brillent... Il les oublie. 
Il oublie tout, Touloublih!
Sur ses pieds des fourmis passent, 
puis s’ en vont sans qu’ il les chasse. 
Tout le matin là debout 
comme un clou, droit comme un if, 
seule sa huppe s’ébouriffe 
lorsqu’il me fixe et se dit : 
« Quel drôle d’oiseau oisif ! »
 
Ilustração de Violeta Figueiredo
https://poemes-violeta.com

segunda-feira, 19 de abril de 2021

Nada de Nadinha zangado


 Ilustração feita sobre foto:


 Foto duma parede da minha cozinha... (guache e acrílico)

Nada de Nadinha dança com gatos


 



terça-feira, 21 de abril de 2020

Literatura infantil

As manhãs

A ponte da Giganta

 

 

Ó ponte sem parapeito,

banquinho duma giganta,

a água correndo escassa

e a sede das ervas tanta!

 

Quem  para a outra margem passa

acena-te à despedida:

"Adeus ó arcos de pedra

mais tortos que a minha vida!"

 

Segue viagem ligeiro,

sozinho, de flor ao peito:

o mundo é largo e o caminho

faz-se melhor a direito.

Trás-os-Montes